Liberdade de expressão

“É fácil submeter povos livres: basta retirar – lhes o direito de expressão”. Marechal Manoel Luís Osório, Marquês do Erval -15 de abril de 1866

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21 março, 2020

BRASILEIRO MOVE PROCESSO CONTRA A CHINA E PEDE UMA INDENIZAÇÃO DE R$ 5 BILHÕES


Um contabilista da cidade de Alto Paraíso, em Rondônia, entrou na sexta-feira (20/03) com uma ação popular na Justiça Federal pedindo, entre outras coisas, que “o presidente da República Popular da China Xi Jinping promova a formação de capital suficiente para arcar com os prejuízos causados ao povo brasileiro, isto no importe inicial no correspondente a R$ 5.099.795.979,00”.  O valor é equivalente ao crédito extraordinário aberto pelo governo brasileiro para dar suporte financeiro ao enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus.

Em contato exclusivo com a reportagem de O Tempo, Domingos Borges da Silva, 55 anos, disse que entrou com o processo “em razão do pouco caso do governo chinês em relação a ter tomado as providências logo no início da descoberta do vírus e evitado que o mesmo se disseminasse no restante do mundo, agindo com imprudência e omissão”.

No processo, apresentado ao Tribunal Regional Federal da 1ª região, Silva fez um breve histórico sobre o avanço da pandemia e listou algumas ações tomadas por Jair Bolsonaro.

“Como exposto, o governo brasileiro, utilizando dos seus recursos internos, vem sistematicamente promovendo os atos necessários a evitar que o povo brasileiro sofra maiores danos em decorrência de contaminações por coronavírus. Entretanto, quem deve arcar com todos os prejuízos causados ao povo brasileiro é a República Popular da China, que, através de seu presidente, como é público e notório, negligenciou e agiu com omissão quando lhe foi informado de que estava existindo um vírus de auto poder de contágio e poderia causar graves danos à saúde pública e mesmo assim não tomou as providências imediatas para evitar que o mesmo se alastrasse em mais de 170 países”, diz trecho do processo obtido por O Tempo.

O autor do processo argumenta que o médico chinês Li Wenliang, “descobridor do coronavírus na sua versal mais letal, alertou as autoridades chinesas sobre a sua existência e capacidade de letalidade contaminação, mas foi ignorado pelo governo da República Popular da China”.

Apesar de defender Bolsonaro e as medidas tomadas pelo chefe do Executivo, Domingos da Silva considera que o procurador geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça, foi omisso ao não tomar “as providências de ordem legal com vistas a responsabilizar civilmente o governo da República Popular da China pelos anos causados ao povo brasileiro” e, por isso, pede que a Justiça Federal determine, liminarmente, que o procurador promova os atos necessários para a responsabilização civil do país asiático e assegurar justa indenização ao povo brasileiro pelas perdas decorrentes da disseminação do coronavírus.

Sobre o imbróglio envolvendo o deputado federal Eduardo Bolsonaro e a Embaixada da China no Brasil, o contabilista disse não considerar como briga. “Acho que como cidadão ele emitiu a opinião dele, mas o problema no Brasil hoje é que muitas opiniões são deturpadas”, declarou.

Em relação ao pedido de quase R$ 5,1 bilhões, o autor do processo ressalta que se trata de uma solicitação inicial sob pena de multa diária de R$ 100 milhões se a medida não for cumprida pelos representantes chineses.

Já no fim do processo, com as medidas liminares asseguradas, Domingos da Silva pede à Justiça que a China seja condenada em “perdas e danos, devendo ser levado em consideração os valores totais que vier a ser despendidos pelo governo brasileiro com custos operacionais de combate ao COVID-19, bem como nas custas e despesas processuais”.

(O Tempo)

Sábado, 21 de março, 2020 ás 17:30

GRAÇAS AO RELACIONAMENTO ENTRE BOLSONARO E TRUMP, EUA PREVÊ AJUDA DE R$ 300 BILHÕES AO BRASIL



O banco central dos Estados Unidos, The Federal Reserve, anunciou a liberação de ajuda financeira para nove países.

Entre eles está o Brasil, que poderá contar com uma ajuda de 60 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 300 bilhões).

Os outros países que receberão essa injeção de capital são Austrália, México, Singapura, Suécia, Dinamarca, Noruega e Nova Zelândia.

O FED ainda não informou quando começará a liberação da verba.

E a China? A China vai bem, obrigado … o surto de coronavírus começou a abandonar o país comunista e eles agem como se não tivessem responsabilidade alguma com o mundo.


    Imagina se tivéssemos um presidente de esquerda … ao invés de recebermos bilhões de dólares do governo americano, estaríamos tirando bilhões de dólares do povo brasileiro e enviando para Cuba, Venezuela e outros …

(Flávia Ferronato)

Sábado, 21 de março, 2020 ás 11:00

20 março, 2020

MINISTÉRIO CRIARÁ COMITÊ DE CRISE PARA SUPERVISIONAR SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES



Preocupado com a qualidade e a continuidade da prestação dos serviços de comunicação, o governo decidiu criar um comitê de crise para supervisionar e monitorar os impactos do novo coronavírus no setor. Oficialmente, o nome do grupo será Rede Conectada MCTIC.

O comitê será criado por meio de portaria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que será publicada em edição extra do Diário Oficial da União. A primeira reunião deve ocorrer ainda nesta sexta, de acordo com o secretário de Telecomunicações do MCTIC, Vitor Menezes.

Segundo ele, o objetivo do comitê é adotar medidas para garantir o funcionamento da rede, reforçar a estrutura de conectividade dos órgãos de saúde e dar apoio às políticas públicas de outras pastas, como o Ministério da Educação. “Precisamos que todo o setor ajude de maneira sinérgica”, disse Menezes, ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

“Contamos com as grandes teles, fundamentais para manter a comunicação em massa das pessoas em período de quarentena”, disse. “Os empregados dessas empresas também precisam ser preservados, pois podem ser vítimas da pandemia”, acrescentou.

Na avaliação dele, os pequenos provedores regionais serão um braço fundamental para realizar reforço de infraestruturas para garantir a conectividade nas unidades de saúde e de hospitais. “Muitas soluções para essa pandemia dependerão de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs)”, disse.

Além de medidas preservar a integridade das redes das operadoras de serviços de telecomunicações e radio difusão e a continuidade dos serviços com qualidade adequada, o comitê tem como objetivo permitir o acesso dos usuários aos aplicativos Over The Top – como Netflix e Amazon Prime, por exemplo.

Segundo Menezes, o governo ainda está avaliando a realização de uma campanha educativa para incentivar o uso consciente das redes, de forma a priorizar o trabalho remoto e as aulas à distância, em detrimento de aplicativos de vídeos de streaming.

Devem participar do comitê, além de Menezes, o ministro Marcos Pontes, o secretário-executivo, Júlio Semeghini, o secretário de Radiodifusão, Elifas Chaves, representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), da Telebrás e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.

As diretrizes do comitê serão dadas pelo MCTIC à Anatel. As teles também poderão ser chamadas para reuniões, mas não terão direito a voto. As decisões serão por maioria simples e, se houver divergência, valerá o voto do coordenador – Pontes ou Semeghini.

As reuniões serão feitas ordinariamente a cada 15 dias ou sempre que convocadas de forma extraordinária, via mensagens eletrônicas. Preferencialmente, serão realizadas por videoconferência.

(Estadão)

Sexta-feira, 20 de março, 2020 ás 18:00