Liberdade de expressão

“É fácil submeter povos livres: basta retirar – lhes o direito de expressão”. Marechal Manoel Luís Osório, Marquês do Erval -15 de abril de 1866

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31 agosto, 2023

POR QUE CACHORROS E GATOS COMEM GRAMA?

 

Então, por que cães e gatos comem grama? Primeiro, vamos considerar fatores evolutivos. Pesquisas sobre carnívoros selvagens, incluindo grandes felinos, lobos e até mesmo primatas, mostraram que o consumo de plantas é relativamente comum. Essas plantas não digeridas frequentemente podem ser encontradas em suas fezes. Ingerir plantas tem um benefício demonstrável: pode ajudar a limpar o sistema intestinal de parasitas. Dado que animais selvagens frequentemente carregam uma carga substancial desses parasitas, comer grama e outras plantas poderia ser uma adaptação evolutiva para gerenciar esse problema persistente.

 

Nos gatos, o estudo sugere que comer plantas é instintivo e potencialmente tem benefícios evolutivos. Isso mantém uma carga tolerável de parasitas em seu sistema digestivo, mesmo se o animal não estiver ciente dos parasitas. O comportamento também é dependente da idade, já que gatos mais velhos têm mais probabilidade de vomitar após comer grama em comparação com seus pares mais jovens. Então, comer grama não é necessariamente um sinal de doença ou angústia em gatos; pode ser um comportamento instintivo profundamente enraizado em sua biologia.

 

Enquanto isso, para os cães, as motivações podem ser mais variadas. Algumas teorias sugerem que os cães podem comer grama para preencher lacunas nutricionais em sua dieta. A grama é uma fonte de nutrientes como nitrogênio, ácido fólico e enzimas digestivas, que uma dieta de ração comercial pode não fornecer. Portanto, se você encontrar seu amigo peludo mastigando o gramado, considere enriquecer sua dieta com alimentos ricos em nutrientes, como vegetais.

 

Outra razão plausível poderia ser para aliviar gastrite ou desconforto estomacal. Comer grama pode desencadear o reflexo de vômito de um cachorro, proporcionando alívio potencial de náuseas ou indigestão. O estresse e a ansiedade também são fatores contribuintes; um cão que carece de estímulo mental ou físico pode recorrer a comer grama como uma forma de comportamento.

 

Interessantemente, existe a “teoria do camufla mento”, que hipotetiza que os cães podem consumir e rolar na grama para adquirir seu cheiro, mascarando seu cheiro de potenciais predadores e presas. Essa teoria remonta ao seu comportamento ancestral e é apoiada por seu gosto por rolar em itens fortemente perfumados.

 

Claro, é essencial notar que nem todo consumo de grama é seguro. A grama em parques públicos pode ser tratada com pesticidas ou produtos químicos que podem ser prejudiciais para o seu animal de estimação. Além disso, a grama em áreas comuns pode estar contaminada com urina de outros animais, representando um risco de doenças como leptospirose. É crucial manter as vacinas e tratamentos de vermifugação atualizados.

 

Em conclusão, a pergunta sobre por que cães e gatos comem grama não tem uma resposta única. Seja um resquício evolutivo, um suplemento dietético ou um alívio para o estresse, cada animal de estimação pode ter suas próprias razões únicas. Portanto, da próxima vez que você ver seu animal de estimação fazendo um lanche de grama durante um passeio, saiba que esse comportamento aparentemente estranho é uma mistura complexa de instinto, necessidade e talvez até mesmo prazer. Sempre consulte seu veterinário se notar uma mudança súbita nesse comportamento, pois isso pode indicar problemas de saúde subjacentes.

*Variedades

Quinta-feira, 31 de agosto 2023 às 20:49


      


30 agosto, 2023

O QUE ACONTECE AO CONSUMIR CARNE HUMANA? ENTENDENDO OS RISCOS

 


Para responder à pergunta de o que realmente acontece se você comer carne humana, é preciso mergulhar na ciência médica. Além dos riscos legais e éticos, consumir carne humana é perigoso por várias razões médicas. Um dos principais riscos é a transmissão de doenças e condições específicas da espécie. Carne humana pode conter patógenos que são inofensivos para o hospedeiro, mas extremamente prejudiciais para outra pessoa.

 

Um exemplo específico é o príon, uma proteína mal dobrada que pode causar doenças degenerativas do sistema nervoso, como a doença de Creutzfeldt-Jakob. Príons são transmitidos mais facilmente através do consumo de tecido cerebral, como observado no caso da tribo Fore com a doença kuru. Ao comer carne humana, especialmente o cérebro, você corre o risco de consumir essas proteínas perigosas, que depois podem induzir o mal dobramento de proteínas saudáveis no seu próprio corpo. Isso pode resultar em danos irreversíveis ao sistema nervoso, levando a sintomas que incluem perda de coordenação motora, demência e até a morte.

 

Além disso, a carne humana pode ser portadora de uma variedade de outras doenças infecciosas, como hepatite e HIV. Diferente de outras carnes que passam por processos rigorosos de inspeção, carne humana não é regulamentada ou inspecionada, elevando ainda mais o risco de transmissão de doenças.

 

Finalmente, há riscos psicológicos. A prática de canibalismo pode ter graves implicações para a saúde mental, levando a traumas e a um possível desenvolvimento de transtornos psiquiátricos.

 

Enquanto a conversa sobre canibalismo geralmente evoca horror e repulsa, há casos em que a prática foi uma última opção desesperada para a sobrevivência. Um desastre aéreo na Cordilheira dos Andes em 1972 é um exemplo contundente. Um avião que transportava 45 pessoas, incluindo uma equipe de rugby uruguaia, caiu nas montanhas dos Andes. Os sobreviventes enfrentaram condições extremas, incluindo altitudes elevadas, temperaturas abaixo de zero e escassez de comida.

 

Inicialmente, os sobreviventes tentaram se manter com chocolates e vinho que encontraram nos destroços. No entanto, com o passar do tempo e com os recursos diminuindo rapidamente, eles foram confrontados com uma escolha angustiante: recorrer ao canibalismo ou morrer de fome. Finalmente, tomaram a decisão coletiva de usar os corpos dos falecidos como uma fonte de nutrição, a fim de manter-se vivos na esperança de resgate.

 

Este caso chama a atenção para a complexidade ética de comer carne humana. Aqui, o ato não foi feito por razões culturais ou sadismo, mas como um último recurso para sobreviver em circunstâncias extremas. Os sobreviventes foram posteriormente resgatados após 72 dias na montanha e enfrentaram um escrutínio intenso da mídia e do público. No entanto, muitos argumentaram que sua ação era justificável dadas as circunstâncias extraordinárias.

 

Comparado aos riscos de saúde discutidos anteriormente, é digno de nota que os sobreviventes do desastre dos Andes não relataram problemas de saúde significativos relacionados ao consumo de carne humana. Isso levanta questões sobre se os riscos à saúde associados ao canibalismo podem ser atenuados em cenários extremos, embora mais pesquisas sejam necessárias para confirmar isso.

 

Uma questão frequentemente levantada em discussões sobre canibalismo e decomposição é o papel dos animais detritívoros, como o urubu. Estas aves são conhecidas por sua dieta à base de carniça e têm um papel ecológico vital na decomposição de corpos mortos.

 

Mas, os urubus comem carne humana? A resposta é mais complexa do que um simples sim ou não. Essas aves são oportunistas e, em circunstâncias normais, preferem animais mortos que encontram no ambiente natural. No entanto, em situações extremas onde um corpo humano estiver disponível e não houver outras fontes de alimento, é possível que eles se alimentem de restos humanos.

 

Assim como no caso humano, o ato de um urubu consumir carne humana pode trazer riscos à saúde do animal, devido à possível presença de patógenos. No entanto, esses animais têm sistemas digestivos altamente eficientes que podem neutralizar muitas das ameaças bacterianas que poderiam ser prejudiciais a outros organismos.

 

*O globo

Quarta-feira, 30 de agosto 2023 às 20:42


     

26 agosto, 2023

O WHATSAPP PODE BLOQUEAR SUA CONTA POR USAR PALAVRAS PROIBIDAS EM SUAS MENSAGENS?

 



O WhatsApp, reconhecido mundialmente como a mais popular aplicação de mensagens, mantém consistentemente sua posição como uma das plataformas mais cobiçadas pelos usuários da internet. Todos os dias, milhões de pessoas digitam em suas telas, enviando mensagens, áudios, imagens e vídeos que vão desde tarefas profissionais até conversas descontraídas. No entanto, rumores recentes sugerem que certas palavras poderiam acionar alertas no WhatsApp. Mas será que esses boatos têm fundamento? Nesse artigo, vamos explicar se existem tais “palavras proibidas para o WhatsApp”.

 

Primeiramente, é essencial esclarecer: o principal objetivo do WhatsApp é fornecer uma plataforma segura para seus usuários. Isso garante que cada conversa ocorra dentro do que é “legal, autorizado e aceitável”, conforme explicitado nas condições da empresa. Embora não haja uma cláusula específica mencionando uma lista de palavras proibidas no WhatsApp, certas condutas são inegavelmente proibidas.

 

Os usuários devem evitar entrar em conversas que promovam conteúdos “ilegais, obscenos, difamatórios, ameaçadores, intimidadores, assediadores ou que incitem ódio”. Além disso, discussões racialmente ou etnicamente ofensivas ou que promovam condutas ilegais ou inadequadas, como endossar crimes violentos, exploração infantil ou coordenar ações prejudiciais, violam os termos do WhatsApp.

 

Mas aqui está um detalhe que muitos não percebem: o WhatsApp, apesar dessas diretrizes, não verifica ou filtra suas mensagens com base em seu conteúdo. Graças à criptografia de ponta a ponta da aplicação, é praticamente impossível para qualquer pessoa, incluindo a própria empresa, espionar suas conversas. A empresa afirmou que “o WhatsApp não tem como ouvir chamadas ou ver o conteúdo das mensagens que possuem criptografia de ponta a ponta.” Esta criptografia garante que as conversas permaneçam privadas entre o remetente e o destinatário.

 

No entanto, a situação muda quando os usuários denunciam conteúdos questionáveis. Quando um usuário reporta mensagens inapropriadas ou alarmantes, o WhatsApp obtém acesso “às últimas cinco mensagens recebidas daquela pessoa ou grupo”. Além de detalhes como tipo de mensagem, seja texto, imagem ou vídeo, a plataforma também obtém informações de horários e identificação de usuários ou grupos. Esse mecanismo serve como uma medida preventiva, garantindo a segurança digital de sua vasta base de usuários.

 

Vale ressaltar que o uso de determinadas palavras não será o único gatilho para a intervenção do WhatsApp. O contexto é fundamental. Por exemplo, uma palavra usada em uma piada inocente pode não chamar a atenção. No entanto, se a mesma palavra contribuir para uma violação dos termos da plataforma e for denunciada, pode se tornar um problema. Esse enfoque permite flexibilidade, garantindo que a plataforma permaneça segura e acolhedora.

 

Mas o que acontece se alguém ultrapassar os limites? O comprometimento do WhatsApp com a segurança dos usuários e a observância legal se manifesta aqui. As condições da plataforma destacam uma série de comportamentos estritamente proibidos. Violar os direitos do WhatsApp, seus usuários ou terceiros, enganar ou usar práticas de spam como mensagens em massa são atitudes que podem gerar consequências.

 

Para aqueles que ignoram essas regras, consequências estão à espera. Contas que adotam essas práticas arriscam enfrentar ações da plataforma, como restrição ou bloqueio. O WhatsApp deixa claro que “se percebermos a existência deste tipo de conduta, tomaremos as medidas adequadas”. Estas podem variar desde a suspensão da conta até a intervenção legal com as autoridades relevantes.

 

Em conclusão, embora o mito das “palavras proibidas no WhatsApp” seja um tema popular, a realidade é mais matizada. Não se trata de palavras específicas, mas do contexto e intenção por trás delas. A regra de ouro? Use a plataforma com responsabilidade, evite promover conteúdo prejudicial ou malicioso e desfrute da tranquilidade proporcionada pela mensageria criptografada da plataforma.

*Variedades

Sábado, 26 de agosto 2023 às 11:32    

 

(!!!) Na realidade, o atual governo está pressionando as plataformas a censurar conteúdos e ameaça regulamentar as redes sociais objetivando censurar o que é publicado.