Liberdade de expressão

“É fácil submeter povos livres: basta retirar – lhes o direito de expressão”. Marechal Manoel Luís Osório, Marquês do Erval -15 de abril de 1866

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15 junho, 2013

BRASIL ABRE CAMINHO COM GOLAÇO DE NEYMAR E VENCE JAPÃO SEM SUSTOS




Um gol no início de cada tempo para se mostrar concentrada, motivada e afim de justificar os quase 70 mil torcedores que foram ao Estádio Nacional Mané Garrincha, neste sábado, em Brasília. Assim, com um golaço de Neymar, e mais dois de Paulinho e Jô, a Seleção Brasileira abriu caminho com vitória tranquila por 3 a 0, sobre o Japão, na partida inaugural da Copa das Confederações.

Não foi uma atuação implacável do Brasil, mas foi acima da média de estreias normalmente marcadas por tensão. Tudo isso, principalmente, graças aos gols rápidos nos dois tempos. O mais importante, claro, marcado por Neymar. Mesmo sem brilhar intensamente, ele foi decisivo. Marcou com finalização precisa e belíssima para a alegria de Luiz Felipe Scolari, seu protetor nos últimos dias.

A torcida da capital federal, recheada por quem viajou de todo o País até Brasília, fez sua parte com os jogadores. Houve uma ou outra vaia, mas o clima geral foi de apoio a Neymar, Oscar e companhia. Até o normalmente contestado Hulk, que foi aplaudido. As exceções ficaram para as autoridades. Dilma Rousseff, Joseph Blatter e José Maria Marin foram alvos das arquibancadas antes de a bola rolar e tiveram de engolir as vaias. 

Fonte: Portal Terra
Sabado 15 de junho

TORCIDA VAIA E CONSTRANGE DILMA NA ABERTURA DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES



A presidente Dilma Rousseff foi muito vaiada momentos antes do início da abertura da Copa das Confederações. Anunciada pelo alto-falante do estádio, ela fez caras de poucos amigos e limitou-se a dizer uma única frase no microfone, enquanto Joseph Blatter, presidente da Fifa, deu uma bronca na torcida pelo comportamento.
"Por favor, onde está o fair play de vocês", disse o cartola, visivelmente constrangido com a situação. Dilma, por sua vez, foi sucinta e ignorou os protestos. "Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações 2013", disse ela, atropelando as vaias.
O momento embaraçoso repete uma outra história polêmica do país em grandes competições. Em 2007, na cerimônia que abriu o Pan do Rio de Janeiro, Lula estava no Maracanã e foi vaiado em todas as vezes que apareceu no estádio ou foi citado. Até por isso, ele quebrou o protocolo e não fez o pronunciamento tradicional de abertura.
Fonte: UOL
Sábado 15 de junho

POLÍCIA USA BOMBAS, ATROPELA MANIFESTANTES E DISPERSA PROTESTO NO MANÉ GARRINCHA



Um grupo de manifestantes entrou em confronto com a polícia militar do Distrito Federal na entrada do estádio Mané Garrincha na tarde deste sábado, palco da abertura da Copa das Confederações entre Brasil e Japão. A Tropa de Choque reagiu com bombas de efeito moral e gás de pimenta. No total, até nove detenções foram feitas até às 15h15. 
Quando a situação já estava normalizada, o confronto começou e a PM voltou a usar balas de borracha e bombas. Cerca de 30 protestantes estavam ajoelhados e a Tropa de Choque avançou com escudos e gás de pimenta. 
O conflito entre policiais e manifestantes teve algumas idas e vindas. Depois de uma primeira ação da polícia, o grupo recuou, mas voltou a tentar se aproximar do estádio, quando foram feitas novas detenções.   
Dez minutos depois, a situação se normalizou, os manifestantes foram dispersados e a polícia desfez a formação de combate, mas continuou na região para evitar novos protestos. Por meio dos alto falantes, a organização da Copa das Confederações agradeceu e parabenizou a ação da PM, que "garantiu a realização e tranquilidade do evento".
Foram cerca de 15 bombas de efeito moral usadas pela polícia militar na primeira meia hora da ação. Pelos alto falantes, os voluntários da Fifa que tentavam organizar a entrada do público pediam para os torcedores não esfregarem os olhos por conta do gás de pimenta. 
A polícia também usou viaturas para tentar abrir espaço na chegada ao estádio e atropelou mais de um torcedor, segundo imagens da Globo News.
Gabriel Germano, um dos manifestantes, foi atingido por uma bala de borracha disparada por um policial durante o confronto. O jovem foi atendido por soldados do Corpo de Bombeiros que estavam no local. 
"Estava parado, mas eles tentaram nos tirar da rua. Nosso protesto é sem violência", disse o manifestante.
Por volta das 12h, cerca de 600 manifestantes iniciaram um protesto no acesso ao estádio Mané Garrincha. O grupo se posiciona contra a realização da Copa do Mundo no país e alega que o dinheiro utilizado para a realização do Mundial poderia ser usado em educação e saúde. A construção do estádio em Brasília consumiu cerca de R$ 1,5 bilhão dos cofres públicos.
Após um início de protesto pacífico, houve correria e tumulto por volta das 13h30. Controlados pela Tropa de Choque, os manifestantes passaram a chamar a atenção dos torcedores que estavam na fila para entrar no Mané Garrincha com gritos de "vendidos" e "vocês também estão sendo roubados" . O clima ficou tenso e houve princípio de confusão.
No final, um grupo de manifestantes tentou agredir o repórter Vladmir Netto, da TV Globo, que foi defendido por outros repórteres que estavam por perto. Então começou um princípio de confusão entre os dois grupos, que logo foi dispersado.
Fonte: UOL online*Atualizado às 15h16
Sabado 15 de junho

EM BRASÍLIA, BRASIL ESTREIA NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES CONTRA JAPÃO




O time comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari fará sua estreia na competição diante de milhares de torcedores no novo estádio Nacional (Mané Garrincha)

Três anos se passaram desde que o Brasil fez um papel decepcionante na Copa do Mundo da África do Sul e, neste período, uma renovação profunda na seleção foi iniciada por Mano Menezes e completada por Luiz Felipe Scolari. E, neste sábado, esse longo e cansativo trabalho será colocado à prova na abertura da Copa das Confederações contra o Japão, às 16 horas, no novo estádio Nacional (Mané Garrincha).

Para um grupo de jogadores que tem a missão de resgatar o amor da torcida brasileira pela seleção, vencer os japoneses é absolutamente fundamental. Um mau resultado vai espalhar o pessimismo pelo País e azedar o clima entre a equipe e os torcedores. O primeiro a admitir que a seleção está obrigada a vencer os japoneses é Felipão. E ele tem bagagem para dizer isso

A situação que o gaúcho vive hoje lembra a da Eurocopa de 2004, em Portugal. Ele dirigiu o time português naquele torneio e conviveu com a gigantesca expectativa dos torcedores lusitanos por uma campanha histórica. E tem péssimas recordações do jogo de abertura, com derrota para Grécia por 2 a 1. "É horrível jogar o primeiro jogo de um torneio em casa e perder", comentou o técnico. "O ambiente fica muito difícil de administrar, é algo que não deve acontecer".

As armas que Felipão usará para ganhar do Japão ele já apresentou nos dois últimos amistosos disputados pela seleção, contra Inglaterra e França (empate com os ingleses e vitória sobre os franceses). O centroavante Fred vai ser abastecido por uma linha de três jogadores que fica logo atrás dele - formada por Oscar, Neymar e Hulk. No início da partida, Oscar se posiciona pelo lado direito, Neymar fica pelo meio e Hulk joga pela esquerda, mas eles têm liberdade para trocar as posições ao longo da partida, na tentativa de confundir a marcação adversária.

Um outro recurso importante da seleção é a presença dos laterais no ataque - um clássico do futebol brasileiro. Daniel Alves e Marcelo atacam bastante, por vezes ao mesmo tempo, e abastecem tanto Fred quanto os jogadores de meio de campo que entram na área inimiga.

Mas há um problema: para não deixar a defesa abandonada quando os laterais estão no ataque, Felipão contém o avanço dos volantes Luiz Gustavo e Paulinho. O mais prejudicado é o jogador do Corinthians, que em seu clube se destaca pela facilidade para fazer gols, mas na seleção tem de ser um pouco mais conservador

No período de treinos que a seleção fez em Goiânia, Felipão ensaiou bastante a marcação por pressão sobre a defesa adversária. Esse recurso deverá ser usado especialmente no começo da partida, para "assustar" os japoneses. Um gol da seleção logo de cara certamente obrigará os campeões asiáticos a se abrirem e isso dará espaço para os sempre perigosos contra-ataques do Brasil. Foi justamente em um contra-ataque, aliás, que a seleção fez seu segundo gol no amistoso contra a França.

Se tudo der certo, a seleção vai contar com o apoio da torcida em Brasília, como contou no Rio de Janeiro, contra a Inglaterra, e em Porto Alegre, diante dos franceses. O xis da questão é saber como os torcedores se comportarão caso as coisas comecem a dar errado - se o Japão abrir o placar, por exemplo. Com a palavra, Felipão: "Se nós tivermos alguma dificuldade e o torcedor não nos ajudar, aí jogar em casa não será uma vantagem para nós".
O gaúcho está colocando todo o seu carisma em jogo para tentar conquistar o apoio dos brasileiros e passará por uma dura prova neste sábado em Brasília. Assim como serão testados os seus jogadores e a organização do torneio. E por que não dizer também a torcida?

FICHA TÉCNICA
Brasil x Japão
Brasil - Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Neymar, Fred e Hulk. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Japão - Kawashima; Nagatomo, Yoshida, Konno e Uchida; Endo, Hasebe, Kagawa e Honda; Okazaki e Maeda. Técnico: Alberto Zaccheroni.
Árbitro - Pedro Proença (Fifa/Portugal).
Horário - 16 horas.
Local - Estádio Nacional (Mané Garrincha), em Brasília (DF).

Fonte: Diário do Litoral online

Sábado 15 de junho

14 junho, 2013

BOMBEIROS 'CORNETAM' E ATÉ APOSTAM EM PONTARIA DA SELEÇÃO




 Nenhum dos dois palpites funciona. Hulk manda a bola no canto direito de Júlio Cesar com uma cobrança de falta e nenhum dos dois bombeiros assistindo ao treino da seleção brasileira no Centro de Excelência Física da corporação, em Brasília, acerta as "apostas" que faziam na pontaria dos jogadores. Que fique bem claro, a jogatina no caso tinha flexões de braço como moeda. "Já tem gente devendo mais de 100, vai ter que pagar quando o treino acabar", contou um dos cadetes encarapitados no alto do morro que dava vista para o campo.


Embora nenhum dos bombeiros – que pediram anonimato para evitar um puxão de orelhas dos superiores -  fosse especificamente da banda de música da corporação, muitos "cornetaram" o treino da seleção sem se preocupar muito com a presença dos jornalistas. Reclamaram de passes errados, opinaram sobre jogadas e até serviram de X-9, informando os jornalistas sobre que escalação Luiz Felipe Scolari usou na parte secreta do treino – por sinal, uma repetição do time que entrou em campo contra a França.

"O Felipão deu umas broncas no pessoal, mas o treino foi bonito. Os reservas mal tocaram na bola e o Paulinho meteu um golaço", disse um cadete, que filmava o treino com seu tablet.


A agitação dos operários não era apenas motivada pela presença da seleção. Havia um clima de expectativa pela chance de pisar o gramado do Centro de Excelência, reformado especialmente para receber a seleção brasileira e cuja utilização para as peladas dos soldados e cadetes foi terminantemente proibida pelos comandantes até domingo, quando a seleção treina pela última vez em Brasília.

"A gente está seco para bater uma bola nesse gramado. Melhorou horrores o campinho de antes. Mas o comandante já avisou que é cana para quem chegar perto", brincou um dos bombeiros fazendo a segurança no entorno no gramado.
O Brasil estreia na Copa das Confederações neste sábado, às 16h, contra o Japão, em jogo marcado para o estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Fonte: UOL
Sexta-feira 14 de junho