Liberdade de expressão

“É fácil submeter povos livres: basta retirar – lhes o direito de expressão”. Marechal Manoel Luís Osório, Marquês do Erval -15 de abril de 1866

Seja nosso seguidor

Seguidores

20 fevereiro, 2020

Foi eleito para ‘meter o pé na porta’ do establishment e não para se tornar um ‘gentleman’



Eu juro que não entendo a “comoção” da direita com algumas atitudes do Bolsonaro.

Entendo a esquerda criticar.

Alucinados a ponto de tratar como “ilegítimo” um governo democraticamente eleito, é lógico que vão usar todo e qualquer pretexto para desqualificar o presidente.

Enche o saco. Eu sei. Mas esperar respeito à democracia, daqueles que defendem os maiores regimes totalitários do planeta, é o mesmo que esperar que um cavalo jogue poker.

Na melhor das hipóteses, ele baba nas cartas. Na pior, te dá um coice.

Mas os próprios eleitores criticarem suas atitudes, confesso, me surpreende.

Bolsonaro sempre foi Bolsonaro.

Enquanto deputado, dizia que “vagabundo tinha que se fo#$%r”, chamava repórter de ignorante…

Enquanto candidato, falava abertamente que a Globo tinha que torcer contra ele, humilhava jornalistas militantes dentro dos estúdios das emissoras …

Qual a possibilidade de, após eleito, se tornar um “gentleman”, ponderado e comedido?

Os “isentões”, que votaram envergonhados no presidente, unicamente para não eleger o PT, parecem aquelas mulheres que reclamam dos defeitos que o marido já tinha quando eram noivos, mas elas juravam que iriam mudar depois do casamento.

Não muda… não muda!

“Nós poderíamos ser muito melhores, se não quiséssemos ser tão bons. ”
(FREUD, Sigmund)

(O Diário do Brasil)

Quinta-feira, 20 de fevereiro, 2020 ás 11:00

19 fevereiro, 2020

Major-Brigadeiro: “A grande mídia está falida e quer derrubar Bolsonaro. Não permitiremos”



Cresce no meio militar a preocupação com ações dos poderes Legislativo e/ou Judiciário que possam colocar a governabilidade de Bolsonaro em risco.

Em outras palavras, há um movimento detectado por diferentes setores para tentar desestabilizar o governo.

Essa preocupação foi manifestada em grupos de WhatsApp pelo major-brigadeiro Jaime Rodrigues Sanchez, neste fim de semana.

Ele voltou a citar uma ‘sucuri de duas cabeças’, representada “pelo Supremo Tribunal Federal e Congresso Nacional”, que “tramam e apertam seu abraço letal” em torno do presidente.

Depois de lembrar que o Supremo ‘é a casa da Mãe Joana’ e o Congresso Nacional ‘um covil de Ali Babá e seus trocentos ladrões’, o militar denuncia “uma trama diabólica” capaz de promover “o desmonte de um projeto (do presidente Jair Bolsonaro) que quer beneficiar 60 milhões de brasileiros”.

Jaime Sanchez acusa a grande mídia de patrocinar esse golpe.

“Os grandes veículos estão falidos e não mais mamam nas tetas do governo”, acusou.

O objetivo, segundo o militar, é desviar a atenção, criando fakes news onde os alvos são o presidente, seus parentes e o próprio governo.

“Enfiam-nos (os veículos da grande mídia) em nossas goelas notícias requentadas e distorcidas; temas controvertidos, incompatíveis com a moral das famílias tradicionais; apologia ao sexo, exibindo cenas envolvendo idosos, crianças e homossexuais; vulgarização do tráfico de drogas e exaltação à corrupção, apresentados em horários inclusive infantis”, pontua o major-brigadeiro.

Na interpretação do militar, “a estratégia dessa verdadeira máfia multi corporativa tem como ponto de partida impedir que o governo concretize suas promessas de campanha, desgastando a imagem de austeridade e anulando a expectativa de mudanças nos destinos do País”.

Jaime Sanchez cita como exemplos de alvos preferidos a reforma da previdência, a reestruturação do Estado e o projeto anticrime, encaminhados à Câmara dos Deputados.

“Em contraposição, o governo tem adotado diversas medidas periféricas, visando o desaparelhamento da máquina, a poupança de recursos e a desarticulação dos esquemas de corrupção das instituições públicas”.

Ainda assim, adverte, “essas medidas podem vir a ser obstadas no Congresso ou na Justiça”.

No texto que circula entre militares de alta patente, Jaime Sanchez considera como segundo passo dessa ‘ação nefasta’ a inviabilização do orçamento do governo.

“Querem reduzir as perspectivas de receita, através do esvaziamento da reforma da previdência e da reestruturação do Estado, bem como o incremento das despesas, com a aprovação do orçamento impositivo, elevando os gastos obrigatórios a 97% do total do orçamento”.

Com essa estratégia, continua o major-brigadeiro, querem desgastar a imagem do presidente com cortes de verbas para setores essenciais da sociedade e, como objetivo maior, forçar o governo a ultrapassar o limite de gastos permitidos, infringindo a lei de responsabilidade fiscal, o que abriria caminho para a instauração de um processo de impeachment contra Jair Bolsonaro.

Jaime Sanchez também adverte para a iniciativa do PT de apresentar uma proposta de Emenda à Constituição destinada a impedir a assunção definitiva do vice-presidente (Hamilton Mourão) em caso de vacância do cargo.

A situação fica ainda mais grave, enfatiza o major-brigadeiro, quando a base aliada e alguns outros elementos “comportam-se como o incrível exército de Brancaleone”.

São, diz o militar, totalmente desarticulados ou inexperientes no jogo da política, “facilmente contaminados com a peste vermelha”.

Em sua análise, o major-brigadeiro salienta que a conjuntura caminha rapidamente para uma situação insolúvel, “uma vez que o presidente e sua equipe estão praticamente ilhados, à mercê da grande rede corporativa formada por políticos, juristas, empresários, intelectuais e funcionários públicos que irão agir unicamente interessados em preservar seus privilégios a qualquer custo, pouco importando o interesse daqueles que os elegeram e pagam seus vultosos salários”.

    A persistir esse quadro, encerra Jaime Sanchez, a única saída será as Forças Armadas lançarem mão do Artigo 142 da Constituição Federal.

O texto diz, resumidamente, que os militares poderão, sob a autoridade do presidente da República, interferir para o bom desempenho dos poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário) para “colocar ordem na casa e atender aos anseios da sociedade, como foi feito em 1964”.

(Diário do Poder)

Quarta-feira, 19 de fevereiro, 2020 ás 18:00


18 fevereiro, 2020

No Paraná, Sobrinha de Sérgio Moro é vítima de assalto e sequestro




Segundo informações da PM, os criminosos bateram em um rapaz durante o roubo … a segunda vítima, uma jovem de 18 anos, é sobrinha do ministro da Justiça Sergio Moro e não se feriu.

A PM informou que a garota e o amigo estavam em um carro no Jardim Aclimação, quando um casal se aproximou do veículo e um homem invadiu os veículos deles.

A jovem ainda tentou se jogar do veículo, mas foi segurada e jogada no banco de trás pela mulher [comparsa] do criminoso.

Os bandidos exigiram que as vítimas entregassem os pertences e a chave do carro … depois disso, eles fugiram levando o carro [das vítimas] e a sobrinha do ministro Sérgio Moro.

Na fuga, o criminoso perdeu o controle da direção e bateu em um barranco … o veículo com a refém foi abandonado e o casal de criminosos fugiu.

O rapaz agredido foi socorrido pelo SAMU e levado para uma unidade de saúde.

Já a garota, não precisou de atendimento médico e está em casa se recuperando do susto.

(Diário do Brasil)

Terça-feira, 18 de fevereiro, 2020 ás 18:00