Liberdade de expressão

“É fácil submeter povos livres: basta retirar – lhes o direito de expressão”. Marechal Manoel Luís Osório, Marquês do Erval -15 de abril de 1866

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18 outubro, 2021

IBGE cancela concurso com 204 mil vagas para 2022 e reembolsará candidatos

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou na segunda-feira (18/10) que cancelou o concurso público para agentes censitário e recenseadores para o Censo de 2022. Segundo o instituto, a decisão foi motivada pela não renovação de contrato com a Cebraspe, empresa responsável pelo certame.

 

Ao todo, o IBGE abriu 204 mil vagas para realização da pesquisa demográfica no ano que vem. 108 mil oportunidades eram para recenseadores, enquanto 5,4 mil seriam destinados para agente censitário municipal e 16 mil para agente censitário supervisor. Os salários variam entre R$ 1,7 mil e R$ 2,1 mil.

 

O contrato com a Cebraspe se encerrada nesta segunda-feira e o IBGE optou por não renovar o acordo. Outra empresa para assumir a realização do concurso já está em discussão no instituto.

 

O IBGE ainda informou que devolverá o valor das inscrições para candidatos que já realizaram o cadastro para a prova. No entanto, os trâmites para reaver os valores só serão divulgados nos próximos dias.

 

Essa é a segunda vez em que o concurso é adiado. No começo do ano, o certame foi suspenso devido ao avanço da pandemia de Covid-19.

 

Com as proximidades do início de reuniões para definir os trâmites do Censo de 2022, o IBGE tenta agilizar o encontro de uma empresa para realização do concurso. Uma nova data para realização da prova deve ser divulgada até o começo do próximo mês.

* Brasil Econômico

Segunda-feira, 18 de outubro 2021 às 20:49


 

16 outubro, 2021

AÇÃO GLOBAL EM DEFESA DO CLIMA REÚNE MAIS DE 20 PAÍSES

 

Com shows simultâneos ao redor do mundo, o Climate Live é realizado sábado (16/10), como um alerta para a emergência climática. O Brasil integra o conjunto de mais de 20 países de seis continentes onde artistas, ativistas e cientistas subirão ao palco, às 18h (hora de Brasília), por justiça climática e pelo futuro do planeta.

 

A iniciativa é do Fridays for Future, grupo de jovens liderado pela ativista sueca Greta Thunberg, que realiza greves globais pelo clima. Segundo a ativista, o objetivo do projeto é a juventude liderando shows pelo clima em todo o mundo para engajar, educar e empoderar mais pessoas no movimento.

 

O Climate Live Brasil já conta com presenças confirmadas dos artistas: Aíla, Maria Gadú, Elza Soares, Pe Lu, Francisco El Hombre, Renegado, Benjamín, Marcelo Jeneci, Thales Cavalcanti, Bruna Black, DJ Lucas Frota, Owerá (Kunumi MC), Duda Brack, Nina Oliveira, Solto, Bia Doxum, Midria, Gerson Afrobreak, Joice Zau, Marabu e Tonyyymon.

 

Participam também: Astrid Fontenelle, Mari Moon, Erick Mafra, Felipe Pileggi, Erika Hilton, Hebert Conceição, Bianca Galvão, Quebrada Queer, Ellen Monielle, Clara Alves e Luciana Viegas. As performances serão transmitidas do Estúdio Flow, em São Paulo (SP).

No YouTube Climate Live estará disponível em: https://www.youtube.com/c/ClimateLive

 

Dados do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU indicam que, por volta de 2030, o planeta poderá alcançar o limite de +1,5ºC. Essa estimativa antecipa em dez anos o que era previsto anteriormente. Para reverter o cenário, é necessário estabilizar o clima, o que implica em redução das emissões de gases de efeito estufa para alcançar a neutralidade de carbono.

 

A Climate Live prepara uma mobilização mundial para a 26ª Conferência sobre as Alterações Climáticas (COP26), que ocorrerá em Glasgow, na Escócia. A cúpula será realizada de 31 de novembro a 12 de dezembro. O objetivo será acelerar as ações contra os efeitos das mudanças climáticas que foram definidas no Acordo de Paris, assinado em 2016. (ABr)

Sábado, 16 de outubro 2021 ás 11:28


 

15 outubro, 2021

BRASIL TEM 2,2 MILHÕES DE HABITANTES EM ÁREAS INDÍGENAS OU QUILOMBOLAS


O Brasil tem 2,24 milhões de habitantes que vivem em terras indígenas ou quilombolas, a maioria deles em estados do Norte e Nordeste. Os dados fazem parte de um estudo realizado pelo IBGE que combinou médias de moradores por domicílio do censo de 2010 e as estimativas de domicílios levantadas junto à Base de Informações sobre os Indígenas e Quilombolas de 2019.

 

Os números foram tornados públicos nesta sexta-feira, 15. O estudo do IBGE surgiu a partir de um pedido feito pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2020. O objetivo era planejar a logística de vacinação contra a covid-19 nesses grupos específicos.

 

Segundo o instituto, no fim do ano passado estimava-se que 1.108.970 pessoas viviam em áreas indígenas, e outras 1.133.106 em localidades quilombolas do País. O IBGE ressalva, contudo, que o estudo tem caráter experimental, e que trata somente da estimativa de pessoas que vivem nessas áreas. Esses números não são o total da população indígena ou quilombola do País.

 

De acordo com a análise, do total de 1,13 milhão de residentes em localidades quilombolas, 698,1 mil estão na Região Nordeste. Bahia (268,6 mil) e Maranhão (170,9 mil) concentram quase metade da população brasileira em áreas quilombolas. As regiões Sudeste e Norte têm, respectivamente, estimativa de 172 mil e 154,9 mil pessoas em áreas quilombolas. O Sul, com 73 mil, e o Centro-Oeste, com 35 mil, completam o levantamento.

 

Quando são considerados os moradores de localidades indígenas, o IBGE aponta que mais da metade (560,4 mil) estão na Região Norte.

 

Os Estados com maior concentração indígena são Amazonas (284,5 mil), Mato Grosso (145,3 mil), Pará (105,3 mil) e Roraima (83,8 mil). Juntos, eles contabilizam 55,8% do total de residentes em áreas indígenas. Pernambuco (80,3 mil) e Mato Grosso do Sul (78,1 mil) também registram grande presença de moradores nesses locais.

 

Sexta-feira, 15 de outubro 2021 ás 18:16