21 março, 2016

FORA DILMA, POR QUÊ?




Falar mal do governo de Dilma Roussef tem sido redundância das grandes, ou como queiram um pleonasmo, uma incoerência por estarem atreladas a essa administração muitas notícias negativas, sobretudo a crise atual econômica e política que passa o país.

Dentro desse panorama mórbido e de seguidas notícias ruins não era de se esperar que o país de revoltasse contra o governo petista. Não bastasse o mensalão, que foi contornado politicamente e não influiu para que o PT deixasse o poder, tivemos alguns outros pontos que estão fazendo de Dilma a pior média de aceitação da história de um presidente, desde a criação do instituto de pesquisas que fornece as informações.

Sim, Dilma conseguiu ultrapassar Fernando Collor de Mello, presidente que sofreu impeachment e que, embora seja semi-deus no Amapá (sabe-se lá por que) para o resto do país ficará marcado na história por ter sido tirado pelo povo e por suas falcatruas.

Dilma ainda não foi inclusa na operação Lava-Jato, ainda. Então o que faz dela tão ruim aos olhos do povo. Bem, se excetuarmos a alta da inflação, que é medido pelo aumento dos preços de coisas básicas que o brasileiro médio consome, a alta dos combustíveis, energia elétrica, água, os cortes na educação, a crise política com o congresso, ainda restará algo que deixe a presidenta tão mal?

Sim. Com certeza. O brasileiro que não votou nela já sabia que seu discurso era mentiroso. Quem acompanhou a grande mídia, os cadernos de economia já previa essa crise. O próprio candidato Aécio disse que, por conta da péssima política econômica do PT teria que tomar medidas impopulares para recuperar o Brasil que o PT destruiu.

E o que a Dilma fez na campanha e continua fazendo? Enganando o brasileiro gastando rios em publicidade para tentar convencer de que o Brasil vai bem. Ou seja, o pobre até engole que ela "saúde a mandioca diuturnamente e de noite também", desde que não tire aipim de dar de comer a suas crianças. E foi isso, enganando o pobre e a parte da ala "intelectual" de esquerda que a presidenta foi sendo desmascarada.

E o que mudaria se fosse o Aécio? Talvez em termos de crise atual nada, mas ele teria um fôlego mostrando o fracasso da política econômica do PT, dando prazo e esperança de recuperar o Brasil. Agora Dilma vai recuperar o Brasil de quem? De quem afundou. E quem afundou? Ela mesma. As manifestações desse domingo têm esse caráter: dizer que a máscara caiu e agora nem mesmo quem sustentava se furtará de ir às ruas.

Por: Fernando Murilo

Segunda-feira, 21 de março, 2016

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